domingo, 2 de janeiro de 2011

PÃO E CIRCO PARA O POVO, LUXO PARA OS PODEROSOS

Uma matéria assaz interessante veio à tona e se refere à gastança dos militares. O Dinheiro público tem sofrido cacetadas e mais cascudos dos que fazem o poder público. A Revista “Isto É” na sua edição de nº. 2062/ano 32/ de 20/05/2009, reza sobre o assunto. Quem usa o dinheiro público que não seja exclusivamente em benefício público condenamos, sejam civis ou militares. O imposto público muitas das vezes pago a custa de suor e lágrimas deveria ser gasto com planejamento e responsabilidade. A carga tributária deste País é um acinte aos contribuintes, pois é pesada e o número de impostos muito grande e ainda querem criar mais impostos.
“A despesa das Forças Armadas cresce 300%. Em defesa? Não. “Em hotéis, apartamentos funcionais, restaurantes, choperias e festas, segundo afirma o jornalista responsável pela matéria Cláudio Dantas Siqueira”. Os velhos cartões corporativos ainda aprontando contra os cofres públicos, e conforme o jornalista não é mais exclusividade do Congresso Nacional. Afirma que no âmbito do Ministério da defesa e das Três Forças somaram mais de R% 2,2 milhões, equivalente a um aumento de 300% em relação ao ano de 2007. Segundo apuramos através de pesquisas a Marinha tomou partido e vai verificar e investigar gastos com cartões corporativos.
Brasília - O comandante da Marinha, almirante Júlio Soares de Moura Neto, disse que determinou uma verificação de todas as despesas feitas pelo órgão com cartões corporativos para analisar possíveis irregularidades. Ele acredita que os gastos estão dentro do que é previsto em lei. “Para ter certeza absoluta de que isso não ocorreu, mandei fazer uma verificação rigorosa de todas as despesas. Todas as despesas exigem uma nota fiscal e essa nota comprova exatamente o detalhe do gasto. E é isso que os órgãos de controle da Marinha vão fazer”, afirmou. Segundo Moura Neto, não foi estabelecido um prazo para examinar os gastos. Sabrina Craide-Repórter da Agência Brasil-As declarações foram dadas a jornalistas depois da cerimônia de passagem de comando de duas secretarias do Ministério da Defesa.
Moura Neto respondeu a informações publicadas na imprensa de que a Marinha foi o órgão das Forças Armadas que mais gastou com cartão corporativo no ano passado. Segundo os jornais, R$ 915,7 mil foram gastos em 2007, inclusive em lojas de chocolates, vinhos finos e artigos de pelúcia. Entre julho e novembro de 2008, o major Carlos Alberto Aoki Lote, do Estado maior Exército (EME), por exemplo, gastou R$ 39,2 mil em diárias de hotéis, contratações de serviços de operadoras de turismo, locação de veículos e refeições em churrascarias, e na pousada Penhasco, paradisíaca estalagem na Chapada dos Guimarães, em Mato Grosso. O gasto auferido pelas três forças atingiu a cifra de R$ 3,5 milhões de gastos com cartões corporativos das três Forças Armadas e do Ministro da Defesa.
O Ministro da Defesa Nelson Jobim é o nome mais indicado para informar quem autorizou os gastos pelo seu Ministério. Citamos ainda o que Moura Neto disse: que não sabe o que foi comprado, mas garantiu que não houve nenhuma compra de brinquedo de pelúcia. “O que aparece no Portal da Transparência é que foi feita uma compra numa loja que se chama Paraíso da Pelúcia. Não necessariamente é um brinquedo de pelúcia”, explicou. O ministro da Defesa, Nelson Jobim, afirmou que não há nada a esconder, e que o ministério está tranquilo com a possibilidade de investigação dos gastos com cartão corporativo por uma Comissão Parlamentar de Inquérito no Congresso Nacional. “Pedi aos comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica e também ao secretário de Orçamento do Ministério da Defesa para fazer um exame completo e preparar as informações que serão necessárias à CPI.”, disse, lembrando que o Ministério da Defesa não usa cartões corporativos.
A Agência Brasil através da repórter Sabrina Craide Repórter da Agência Brasil repassou estas nuanças referentes a gastos com cartões corporativos por militares das três armas. A farra dos cartões como está sendo batizada pela revista ainda vai causar muita ressaca com direito a Engov e Glicose. Segundo o que apuramos na “Isto É”: Marinha de 2006/2009 gastou o equivalente a R$ 1.335.819,00. O Exército nos 4 anos R$ 1.239.037,00, a Aeronáutica R$ 690.338,00 e o Ministério Da defesa de Nelson Jobim gastou R$ 239.404,00. Total dos gastos nos quatro anos R$ 3.504.622,00 por sinal uma soma bastante significativa. O Ministério da Defesa gastou em 2008 na compra de imóveis funcionais R$ 29,3 milhões de reais. Tem outros detalhes de menor destaque.
A Revista Veja diz que: “Cartões corporativos seis funcionários e dez servidores ligados ao gabinete de Lula gastaram R$ 3,6 milhões. Pegando um gancho ou um deixa da jornalista Sônia Filgueira e do jornalista Leonencia nosso do Estadão trouxemos ao conhecimento dos leitores de blogs e mesmo da internet os seguintes aspectos: “Os dez funcionários responsáveis pelas despesas relacionadas diretamente ao gabinete da Presidência gastaram em 2007 com cartões corporativos um total de R$ 3,6 milhões. Há, por exemplo, faturas de viagens do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua comitiva, urgências com a manutenção dos palácios presidenciais, pagamento de eventos sociais nas residências oficiais e despesas de Lula e da primeira-dama Marisa Letícia. O gasto equivale a 58,6% do total usado, no mesmo período, pelos 154 servidores e assessores lotados na Presidência que dispõem de cartões.
Os nomes dos ecônomos - assessores responsáveis pelo registro, administração e prestação de contas das despesas feitas com cartões -, identificados pelo Estado, encabeçam uma lista de milhares de assessores e funcionários do governo que utilizaram o “dinheiro de plástico” em 2007. A relação foi elaborada pela assessoria de Orçamento do DEM, a partir de pesquisa no Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), que registra todas as despesas orçamentárias executadas pela administração pública. Conforme a pesquisa, esses assessores apresentaram, individualmente, as mais elevadas contas do governo ao longo do ano passado.
Dos dez nomes identificados, sete ocupam as primeiras colocações na lista dos maiores gastos. O ecônomo João Domingos da Silva Neto é o primeiro colocado: em 2007, o cartão sob sua responsabilidade acumulou uma fatura de R$ 585,9 mil. É o dobro do gasto da ex-ministra da Igualdade Racial Matilde Ribeiro, que se demitiu na semana passada após a revelação de irregularidades com o cartão. É uma crueldade com os contribuintes que se esborracham de trabalhar para custear mordomias das mais diversas nuanças e finalidade. Estes fatos não nos causam estranhamentos, pois vivemos num País chamado Brasil, rico, gigante pela própria natureza, sugado, surrado mais ainda continua forte e firme, apesar de ter enriquecido muita gente ilegalmente, pois os que agiram assim passaram o tempo todo mamando e auferindo as benesses dos cofres públicos da Nação Brasileira.

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