domingo, 12 de setembro de 2010

PASTOR PIONEIRO VISITA CAMPOS MISSIONÁRIOS NO NORDESTE

Dia 12 de setembro de 2010 a Primeira igreja Batista S.C.C recebeu a visita do pastor Raimundo Chaves. Ele trouxe uma reflexão para os presentes na escola bíblica dominical. O pastor foi fundador da igreja independente Betel em Santa Cruz do Capibaribe, dia 11 a noite ele esteve presente na consagração ao pastorado da Missionária Maria do Carmo que aconteceu na igreja independente Betel, ele estava acompanhado de Seu filho Davi Chaves que está à frente da congregação da I igreja Vale da Benção na Vila Augusto, desde o seu início, em Brejo da Madre de Deus PE. A congregação foi plantada em 2007 com a parceria entre a igreja e o casal missionário Ronaldo e Joana D arc que também vieram do extremo Sul do país para plantar igrejas no Nordeste.
O pastor Raimundo Chaves se converteu há 45 anos, é mineiro casado com uma gaúcha.
Por 24 anos esteve no campo missionário plantando igreja e cooperando com a obra da evangelização; cooperou também com a PIB S.C.C durante um tempo(...) Um pouco da história do pioneirismo da denominação pode ser acompanhada abaixo e também pelo site. O link está abaixo onde você pode ler a matéria na integra.
3ª CIDADE ALCANÇADA: BAYEUX: GRANDE JOÃO PESSOA / PB
Bayeux é uma cidade-dormitório, fica a apenas dez minutos de ônibus do centro da capital paraibana. Foi fundada pelos franceses, na época em que dominaram a província da Paraíba. No município de Bayeux, fica o aeroporto metropolitano e é cortada pelas BRs 101 e 230.
Nos primeiros anos do trabalho no nordeste, uma família da igreja de Campina Grande mudou-se para a cidade de Bayeux, área metropolitana de João Pessoa. O Pr. Félix, passou então a dar assistência espiritual à referida família, visitando-a e realizando cultos periodicamente em sua residência. Neste ínterim, articulava junto à Convenção o envio de um missionário para atender a nova frente de trabalho.
O Departamento Feminino da CIBI, órgão de considerável visão missionária e bastante atuante nessa área desde a sua origem, decidiu assumir o sustento do recém-formado seminarista Raimundo Chaves, que posteriormente casou-se com a missionária Ilone, e de cuja união nasceram cinco filhos. A presença desta família missionária foi fundamental para a consolidação do trabalho e organização da igreja.
Hoje, há mais de dez igrejas e vários projetos sociais na metrópole paraibana.
TUDO PELA EVANGELIZAÇÃO DA PÁTRIA

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

A EDUCAÇÃO APENAS INSTRUI

É estarrecedor ver que em todas as camadas da sociedade brasileira se instala um caos moral que nem mesmo a ciência não consegue explicar. Vivemos uma decadência moral e espiritual sem precedentes. O Brasil é um país onde cerca de 800 magistrados estão envolvidos com algum tipo de crime, Policiais integrando grupos de extermínio em diferentes estados; jovens de classe média e alta cometem crimes que vão desde matar e roubar por prazer, até chefiar quadrilhas. Não é que os jovens da classe baixa não o façam, mas, vivemos o discurso de que somente a educação é a solução para os problemas do mundo. A educação instrui e esclarece o indivíduo, no entanto, estes continua sendo livre para fazer escolhas.
Em 2007 o prefeito da maior cidade do país pagou R$ 26.000,00 para que “certo grupo musical” encerrasse um evento denominado virada cultural, e o que aconteceu? Vandalismo, quebra-quebra, pessoas tiveram seus carros incendiados. Estabelecimentos comerciais saqueados...
*Em 2010 a virada cultural acontece novamente desta vez até assassinato acontece... veja materia abaixo desse post.
Jovens entorpecidos e se entorpecendo até o raiar de novo dia... Qual será a religião desses indivíduos?
O Voltaire disse uma frase que fica bem na ocasião... “Se Deus não existisse precisava ser inventado para refrear os impulsos humanos”
O fato curioso acontece quando um cidadão que se denomina “evangélico“ comete algum crime, DESTACA-SE: Fulano de tal, EVANGÉLICO (assim mesmo, em letras garrafais) cometeu tal crime. Porque os mesmos formadores de opinião que elaboram matérias discriminando as pessoas por suas crenças, não aproveitam outras oportunidades e estampam em jornais e revistas com letras GRANDES, qual religião segue todos os envolvidos no escândalo das operações FURACÃO, COIOTE, NAVALHA, SATIAGRAHA e outras centenas já realizadas nesse país para coibir e punir crimes. Outra possibilidade seriam a realização de matérias sobre quadrilhas que causam fraudes nos vestibulares e concursos públicos. “Teríamos o panorama geral da religião que tem maior número de seguidores com atitudes criminosas e nocivas” para sociedade.
O FATO de que DEUS EXISTE , Ele não permitirá que toda essa baderna perdure eternamente.
 Vítimas do vandalismo vão processar prefeitura

terça-feira, 7 de setembro de 2010

A PAIXÃO DE CRISTO SEGUNDO UM CIRURGIÃO FRANCÊS


O Dr. Piérre Barbet, cirurgião francês, estudou durante vinte e cinco anos a paixão de Cristo, à luz do Santo Sudário de Turim; após seus estudos escreveu um impressionante livro, com o título acima (Ed. Loyola), onde narrou os horrores que o Senhor sofreu na Cruz. Em seguida coloco um resumo dos seus escritos, pois relata bem o que se passava com Jesus.
“Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte. Jesus entrou em agonia no Getsêmani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra.
O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas, e o faz com a decisão de um clínico. O suar sangue, ou “hematidrose”, é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produziu o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas; o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.
Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes. Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos.
Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira em uma vertigem de náusea, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.
Depois o escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo). Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, entrega-O para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da Cruz; pesa uns cinqüenta quilos… A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário.
Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso é de cerca de 600 metros; Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos e os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida sabe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva: ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.
O sangue começa a escorrer; Jesus é deitado de costas; as suas chagas se incrustam de pó e pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca, é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado.
Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que um homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego; quando o corpo for suspenso na cruz, o nervo se esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.
O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Depois rapidamente encaixam o braço horizontal da cruz sobre a estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.
Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu nada desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede… Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enrijecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. É isto que os médicos chamam tetania, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios.
A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico. Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem mais se esvaziar. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.
Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem”. Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça. Foram transmitidas sete frases pronunciadas por ele na cruz: cada vez que quer falar, deverá elevar-se tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!
Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas ele não pode enxotá-las. Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas, todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos lhe arrancam um lamento: “Meu Deus, meu Deus, porque me abandonastes?” Jesus grita: “Tudo está consumado!”. Em seguida num grande brado diz: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito” E morre… Em meu lugar e no seu.”
Há pelo menos dois livros sérios sobre a paixão e morte de Jesus, em português. O mais antigo, escrito há mais de trinta anos, é do medico e cirurgião francês Pierre Barbet que estudou o assunto durante 25 anos. O livro se chama “A Paixão de Cristo Segundo o Cirurgião” (Ed.Loyola, SP).
Outro livro recente, sério, científíco, é do médico legista americano Dr. Frederick Zugibe, um dos mais conceituados peritos criminais em todo o mundo e professor da Universidade de Columbia, dissecou a morte de Jesus com a objetividade científica da medicina.
Ele foi patologista-chefe do Instituto Médico Legal de Nova York durante 35 anos. As suas conclusões estão no livro “A crucificação de Jesus - as conclusões surpreendentes sobre a morte de Cristo na visão de um investigador criminal”, recém-lançado no Brasil (Editora Idéia e Ação, 455 págs.).
Dr. Frederick, de 76 anos, é católico convicto, e realizou suas pesquisas com amor, devoção e respeito a Jesus Cristo, durante meio século de sua vida estudou a verdadeira “causa mortis” de Jesus. Escreveu três livros e mais de dois mil artigos sobre o assunto, todos publicados em revistas especializadas, nos quais revela como foi a crucificação e quais as conseqüências físicas, do ponto de vista médico, dos flagelos sofridos por Cristo durante as 18 horas de sua paixão.
O legista afirma que a “causa mortis” de Jesus foi parada cardiorrespiratória decorrente de hemorragia e perda de fluidos corpóreos (choque hipovolêmico), isso combinado com choque traumático decorrente dos castigos físicos a ele infligidos.
Para seus estudos Dr. Zugibe utilizou uma cruz de madeira construída nas medidas que correspondem às informações históricas sobre a cruz de Jesus (2,34 metros por 2 metros), selecionou voluntários para serem suspensos, monitorou eletronicamente cada detalhe.
Os seus estudos sobre a morte de Jesus começam no Jardim das Oliveiras, quando Jesus passa por sua agonia mortal; em seguida condenação, açoitamento e crucificação. O médico analisou o suor de sangue de Jesus no Horto das Oliveiras; segundo o legista, com o fenômeno da hematidrose, raro na literatura médica, mas que pode ocorrer em indivíduos que estão sob forte stress mental, medo e sensação de pânico. As veias das glândulas sudoríparas se comprimem e depois se rompem, e o sangue mistura-se então ao suor que é expelido pelo corpo.
Jesus foi vítima de extrema angústia mental e isso drenou e debilitou a sua força física até a exaustão total. Para descrever com precisão os ferimentos causados pelo açoite, Dr. Zugibe pesquisou os tipos de chicotes que eram usados no flagelo dos condenados. Em geral, eles tinham três tiras e cada uma possuía na ponta pedaços de ossos de carneiro ou outros objetos pontiagudos. A conclusão é que Jesus Cristo recebeu 39 chibatadas (o previsto na Lei Mosaica), o que equivale a 117 golpes, já que o chicote tinha três pontas. As conseqüências médicas são hemorragias, acúmulo de sangue e líquidos nos pulmões e possível laceração no baço e no fígado. A vítima também sofre tremores e desmaios, reduzida a uma massa de carne destroçada, ansiando por água, diz o legista.
Ao final do açoite, uma coroa de espinhos foi cravada na cabeça de Jesus, causando sangramento no couro cabeludo, na face e na cabeça. Os espinhos atingiram ramos de nervos que provocam dores terríveis quando são irritados. É o caso do nervo trigêmeo, na parte frontal do crânio, e do grande ramo occipital, na parte de trás. As dores do trigêmeo são descritas como as mais difíceis de suportar e há casos nos quais nem a morfina consegue amenizá-las.
Em busca de precisão científica, Dr.Zugibe foi a museus de Londres, Roma e Jerusalém para se certificar da planta exata usada na confecção da coroa. Entrevistou botânicos e em Jerusalém conseguiu sementes de duas espécies de arbustos espinhosos. Ele as cultivou em sua casa. O pesquisador concluiu então que a planta usada para fazer a coroa de espinhos de Jesus foi o espinheiro- de-Cristo sírio, arbusto comum no Oriente Médio e que tem espinhos capazes de romper a pele do couro cabeludo.
Após o suplício dessa coroação, amarraram nos ombros de Jesus a parte horizontal de sua cruz (cerca de 22 quilos) e penduraram em seu pescoço o título, placa com o nome e o crime cometido pelo crucificado, em latim, INRJ - Jesus Nazareno Rei dos Judeus. Jesus caminhou com a cruz, segundo Dr. Zugibe, oito quilômetros. Segundo ele, Cristo não carregou a cruz inteira, a estaca vertical costumava ser mantida fora dos portões da cidade, no local onde ocorriam as crucificações.
Ao chegar ao local de sua morte, as mãos de Jesus foram pregadas à cruz com pregos de 12,5 centímetros de comprimento. Esses objetos perfuraram as palmas de suas mãos, pouco abaixo do polegar, região por onde passam os nervos medianos, que geram muita dor quando feridos. Preso à trave horizontal, Cristo foi suspenso e essa trave, encaixada na estaca vertical. Os pés de Jesus foram pregados na cruz, um ao lado do outro, e não sobrepostos mais uma vez, ao contrário do que a arte e as imagens representaram ao longo de séculos. Os pregos perfuraram os nervos plantares, causando dores lancinantes e contínuas.
Preso à cruz, Cristo passou a sofrer fortes impactos físicos. Para conhecê-los em detalhes, o médico legista reconstituiu a crucificação com voluntários assistidos por equipamentos médicos. Os voluntários tinham entre 25 e 35 anos e o monitoramento físico incluiu eletrocardiograma, medição da pulsação e da pressão sangüínea. Todos os voluntários observaram que era impossível encostar as costas na cruz. Eles sentiram fortes cãibras, adormecimento das panturrilhas e das coxas e arquearam o corpo numa tentativa de esticar as pernas.
Dr. Zugibe analisou três teorias principais sobre a causa da morte de Jesus: asfixia, ruptura do coração e choque traumático e hipovolêmico. Ele afirma que a teoria mais propagada é a da morte por asfixia, mas ela jamais foi testada cientificamente. O cirurgião francês Pierre Barbet defende que Jesus morreu por asfixia, Zugibe classifica essa tese de indefensável sob a perspectiva médica.
Quanto à hipótese de Cristo ter morrido de ruptura do coração ou ataque cardíaco, Zugibe alega ser muito difícil que isso ocorra a um indivíduo jovem e saudável, mesmo após exaustiva tortura: Arteriosclerose e infartos do miocárdio eram raros naquela parte do mundo. Só ocorriam em indivíduos idosos. Ele descarta a hipótese por falta de provas documentais. Para ele a causa da morte foi o choque causado pelos traumas e pelas hemorragias. A isso somaram-se as terríveis dores provenientes dos nervos medianos e plantares, o trauma na caixa torácica, hemorragias pulmonares decorrentes do açoitamento, as dores da nevralgia do trigêmeo e a perda de mais sangue depois que um dos soldados lhe perfurou o peito, abrindo o átrio direito do coração.
Dr. Zugibe diz que os seus estudos aumentaram a sua crença em Deus: Depois de realizar os meus experimentos, eu fui às escrituras. É espantosa a precisão das informações. Ao final dessa viagem ao calvário, Zugibe faz o que chama de sumário da reconstituição forense. E chega à definitiva “causa mortis” de Jesus, em sua científica opinião: Parada cardíaca e respiratória, em razão de choque traumático e hipovolêmico, resultante da crucificação.

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

NOVA ROUPAGEM, VELHO ENGANO...

UMA AMEAÇA A CIVILIZAÇÃO CRISTÃ.
Gênesis. 3: 5 Serei como Deus, disse a serpente!

Planos da Nova Era: formar uma Nova Ordem Mundial, um Novo Governo Mundial e uma Nova Religião Mundial, cujo objetivo é o domínio do mundo para um mundo "novo e perfeito". Todas as características do Anti-Cristo.
Impregnado de mística esotérica de origem oriental, o movimento denominado Nova Era, como uma verdadeira serpente naja, seduz muitas almas que dele se aproximam, hipnotizadas por seu encanto mágico e pela promessa de “ser como deus”.
Estamos sendo, na realidade, agredidos por uma invasão silenciosa de um dos maiores inimigos do Cristianismo.
Nestes dois mil anos de cristianismo, nunca a sociedade esteve tão influenciada por idéias ocultistas, esotéricas, mágicas ou pseudo-místicas, como nos dias de hoje.
Opinião do diretor da “Folha de S. Paulo”, Otávio Frias Filho sobre o momento que vivemos.
Todos os deuses, todas as crenças, todos os sistemas religiosos serão aceitos ao mesmo tempo. Como os antigos romanos, toleraremos todos exatamente por não acreditar a fundo em nenhum deles. Nossa fé se reduziu à crença numa energia cósmica qualquer, uma "força". [...] Gnomos, espíritos, magos, anjos, duendes, demônios
Nova Era: o disfarce sedutor do mal
O Movimento Nova Era (MNE) é a reunião de várias correntes esotéricas diferentes que, agora falando a mesma língua, almejam, segundo seus adeptos, o fim da chamada Era de Peixes e a instauração da Era de Aquários.
Durante as perseguições romanas, os primeiros cristãos usavam alguns símbolos como identificação de sua Fé. Um deles, era o peixe, que em grego, escreve-se ixtus, cujas letras são as iniciais de Iéssus Xcristós Teou Yiós Sotér (Jesus Cristo, Filho de Deus, Salvador).
Essa Era de Peixes, que desejam extinguir, significa o Reino de Cristo na História, o cristianismo!
Para alcançar seus objetivos, tais organizações não raramente se revestem de uma aparência cristã e difundem mensagens pacifistas, ecológicas e filantrópicas. Todavia, por trás dessa capa, seguem elas uma doutrina esotérica e iniciática.
Já Nosso Senhor advertia: “Guardai-vos dos falsos profetas, que vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos ferozes. Pelos seus frutos os conhecereis” Mateus 7, 15.
O cristianismo: Revelação de Deus a humanidade
"Não penseis que vim revogar a Lei e os Profetas. Não vim revogá-los, mas dar-lhes pleno cumprimento, porque em verdade vos digo, até que passem o céu e a terra, não será omitido nem um só i, uma só vírgula da Lei, sem que tudo seja realizado”
O que a nova era diz da religiões cristãs?
A doutrina da Nova Era é esotérica, isto é, tem sua parte principal escondida, oculta, acessível apenas a pessoas iniciadas, que são lentamente levadas a negar o cristianismo.
Para essa transformação interna de cada homem, tais organizações utilizam rituais e práticas específicas, através das quais difundem sua doutrina, de fundo panteísta. Como veremos, essa doutrina não passa de uma reedição das antigas heresias panteístas, agora com roupagem nova.
“A Conspiração Aquariana” — manual da Nova Era
A Nova Era não se apresenta como um movimento unificado, sob a direção de um líder único, mas é uma constelação de pequenos movimentos.
Podemos caracterizar o Movimento Nova Era como uma grande mobilização de pequenos grupos, dispersos em diversos locais mas unidos no mesmo pensamento e objetivo, que formam uma enorme rede de ação e abrange centenas de entidades, instituições e grupos, sem que todos necessitem estar em contato ou mesmo se conhecer. Ao menos é assim que ele é apresentado.
“Cada segmento de uma rede é auto-suficiente. Não se pode destruir a rede pela destruição de um dos líderes ou de algum órgão vital. O centro — o coração — da rede se encontra em todos os lugares. A Conspiração Aquariana é, na verdade, uma rede de muitas redes destinadas à transformação social. [...] Seu centro está em toda a parte. [...] A Conspiração não pode ser detida, porque é uma manifestação da mudança nas pessoas”.
Fazem parte desse movimento entidades como: Grande Fraternidade Universal, Nova Acrópole, Universidade Holística, Sociedade Internacional de Meditação, Centro de Estudos de Antropologia Gnóstica, Eubiose, Sociedade Teosófica, A Grande Pirâmide do Lago, Rosa Cruz Áurea, Perfeita Liberdade, Cidade da Paz, Movimento para Consciência de Krishna, Cadeia Mental Universal, Ordem dos 49, Clube Naturalista de Preservação da Vida, Himalaya Consultoria Vivencial, Abrasca (Associação Brasileira de Comunidades Alternativas), Legião da Boa-Vontade, Centro de Pesquisas de Discos Voadores, Fraternidade da Cruz e do Lótus etc.
Paulo já previa numa de suas epístolas que as pessoas iriam seguir mentiras e negar a fé...
I Timóteo 4:1 nos alerta:
“O Espírito diz expressamente que nos últimos tempos alguns homens renegarão sua fé, dando atenção a espíritos sedutores e doutrinas demoníacas”
Amar a Deus sobre todas as coisas... (Marcos, 12, 30)
Todavia, para os adeptos da Nova Era, não é a Deus que devemos conhecer e amar, mas a nós mesmos... Pois, segundo imaginam, Deus não é superior aos homens e digno de ser amado sobre todas as coisas, mas é igual aos homens!
Como conseqüência, o homem deve conhecer a si mesmo – através do que chamam de iluminação – e perceber que ele é “deus”.
A Nova Era é a “religião” dos homens igualitários que se julgam “deuses”. Cristo, Rei do Universo. Com uma tiara na cabeça e segurando o globo terrestre apoiado em Seu joelho, Cristo recebe a homenaem de soberanos representando as nações do universo
Nova roupagem, mesma mentira
“Sereis iguais a Deus”: a sedução da Nova Era
Com a mesma mentira com que seduziu Adão e Eva no Paraíso Terrestre
“Sereis iguais a Deus” (Gen. 3, 5). É o que promete a Nova Era para os que se deixam enganar pelo veneno igualitário do demônio.
É o orgulho levado às últimas consequências, mediante o qual o homem se esquece de Deus para amar a si sobre todas as coisas.
“Eu via Satanás cair do céu como um relâmpago” (Lc 10, 18). Aquele que iluminava, agora vive nas trevas tentando os homens.
Para a Nova Era, o homem precisa atingir a consciência de que é deus, precisa se iluminar. A iluminação é o processo através do qual o homem perde a sua individualidade, entregando-se, como uma gota d’água no oceano, à grande energia primeira. Através dessa prática, o iniciado se reconhece divino, assim como todos os objetos, formando uma só energia com todos eles.
Gnomo, uma das "divindades" da nova pseudo-religião
A filosofia básica da Nova Era é o panteísmo. Segundo essa heresia, existe apenas uma realidade, que é a energia cósmica (que alguns chamam de deus), o resto é o maya (ilusão). Toda a diversidade de seres (sejam minerais, vegetais, animais ou mesmo espirituais) é uma ilusão dos sentidos, que tende a ver diferenças onde só existe igualdade. Tudo manifestação de uma mesma energia, que é divina e espalhada em todas as coisas.
O demônio é o pai da mentira, homicida desde o princípio, e não permaneceu na verdade” (João 8, 44).
A reencarnação evolucionista
Imaginando-se deus, o adepto da Nova Era naturalmente é levado a negar a justiça divina (já que essa justiça pressupõe a existência de Deus superior aos homens) e, em seu lugar, aceita a doutrina espírita da reencarnação.
Contra essa doutrina, há o ensinamento formal de São Paulo: “Está decretado que o homem morra uma só vez, e depois disto é o julgamento”(Hebreus 9, 27).
O xamanismo é um termo genericamente usado em referência a práticas etnomédicas, mágicas, religiosas (animista, primitiva – adoração de animais) e filosóficas (metafísica), envolvendo cura, transe, metamorfose e contato direto entre corpos e espíritos de outros xamãs, de seres míticos, de animais, dos mortos etc..
o xamã vem do russo, corresponde à práticas dos povos não budistas da região asiáticas e árticas especialmente a Sibéria (região centro norte da Ásia).
Autoconhecimento e redenção
A Nova Era afirma que o problema do homem não é o pecado, mas a ignorância. Conhecer-se a si mesmo, eis o lema da Nova Era:
Não é mais a Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo que abre as portas da eternidade, mas o próprio homem que se julga salvo pela sua natureza divina.
Desta forma, o supremo ato de amor de Deus é substituído pelo supremo ato de orgulho de quem julga ocupar o lugar de seu Criador.
Para esses adeptos, não há inferno, não há castigo, não há justiça. O erro (pecado) de uma vida não será castigado na eternidade, mas numa encarnação menos evoluída ou mais sofrida, onde aqui se faz, aqui se paga. É a chamada Lei do Carma.
Canalização da Energia Cósmica
Não é pensando que se ilumina, é mediante a meditação por dentro de si, mediante a canalização da energia por dentro do próprio corpo.
Para esse fim nos levariam o tarô, os búzios, quiromancia, astrologia, numerologia, cristais, certos tipos de medicina alternativa e de acupuntura etc. Tudo é usado para dar uma nova visão ao ser humano, uma nova maneira de experimentar a realidade.
Apesar de afirmar que objetiva a restauração da saúde por meio da aplicação de agulhas em pontos estratégicos do corpo que, segundo os especialistas, estimulam o sistema nervoso, aliviando dores e solucionando problemas orgânicos e psíquicos, a acupuntura, que tem seu berço na China e na Índia, se apóia na premissa de que tais agulhas são para estimular pontos do corpo denominados no hinduismo chacras e no taoísmo, meridianos. Nas duas culturas, esses pontos são vistos como fortes locais energéticos, e as agulhas supostamente tocam no chi ou “espírito”, também chamado “força”.
Segundo os taoístas, as enfermidades são ocasionadas por falta de equilíbrio nesses pontos. Mas que equilíbrio? De acordo com os acupunturistas, o equilíbrio das energias negativas (yin) e positivas (yang). O que está em foco é o princípio esotérico do yin-yang o que por si só já compromete para o cristão o uso da acupuntura.
Ainda de acordo com a filosofia taoísta, o ser humano é um todo que não pode ser dividido ou entendido em uma dualidade, como corpo e alma separados. Por isso o taoísmo trata com igual importância e como se fora uma só entidade todas as manifestações físicas e psíquicas, o que é a base filosófica da acupuntura. Segundo esse ensinamento, a acupuntura cura porque facilitaria essa harmonia, o que levaria a pessoa a uma melhor compreensão de si mesmo - a base busca do auto-conhecimento, a procura do “Eu interior”, doutrina bastante propalada pela Nova Era.
Segundo o taoísmo, o corpo humano possui 360 pontos distribuídos em linhas. A acupuntura estimularia esses pontos, com base nos princípios taoístas, para aliviar sintomas e dores. O taoísmo está presente ainda hoje na vida cultural é política da China, através de manifestações populares como o chi-kung, arte de autoterapia; o wu-wei, prática da inação; a ioga, as artes marciais wu-shu ou kung fu e a acupuntura.
Mateus 24:24 Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos.
Além disso, a Bíblia não fala nada sobre pontos específicos do corpo. A Bíblia não fala nada sobre equilíbrio das energias vitais ou corporais. Ela afirma que o ser humano é corpo, alma e espírito, e só.
O Deus da Bíblia não é uma energia impessoal ou uma combinação de forças positivas e negativas com diz o Taoísmo. (Isaías 43.15).
Os cristais e as pirâmides são muito usados pelos adeptos da seita, pois seriam uma maneira de canalizar essas energias e curar doenças, atrair prosperidade, levar a um grau de consciência superior.
Trata-se, na realidade, da volta ao paganismo primitivo, com suas milhares de superstições e idolatrias.
“Na superfície, o movimento New Age parece um movimento de paz. Entretanto, é ocultista, mesmo quando Satanás não é mencionado. O ‘deus’ da New Age não é o Deus do cristianismo
Fica o alerta: em nossas dificuldades, não procuremos soluções onde elas não existem; desconfiemos dessas práticas ocultistas, verdadeiras ciladas para a perdição das almas.
ÍNDICE DE ASSASSINATOS NO PAÍS TEVE POUCA VARIAÇÃO EM 10 ANOS
Crimes migraram das capitais para o interior
                                                           Edson Luiz
Em 10 anos, o país perdeu diariamente 140 pessoas assassinadas. Ou 512 mil homicídios, entre 1997 e 2007, segundo o levantamento Mapa da Violência, divulgado ontem pelo Instituto Sangari, que traz uma série de dados preocupantes. O relatório mostra uma migração dos casos de homicídios das capitais e regiões metropolitanas para o interior do país. Em 1997, eram 13,5 assassinatos para cada 100 mil pessoas, enquanto em 2007, o número subiu para 18,5 crimes. A explicação dada pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, autor do mapa, é que muitas dessas cidades do interior atraíram investimentos e geração de empregos e renda. Com isso, se tornaram atraentes para a criminalidade. Além disso, conforme o estudo, as capitais e as regiões metropolitanas receberam tratamento prioritário do novo Plano Nacional de Segurança Pública e do Fundo Nacional de Segurança.
“Foram canalizados recursos federais e estaduais principalmente para aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados. Isso dificultou a ação da criminalidade organizada, que migrou para as áreas de menor risco, justamente o interior dos estados”, diz o relatório. Com isso, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, por exemplo, tiveram uma redução significativa dos homicídios. Nos três estados estão concentrados 41% da população brasileira e 55% dos crimes de mortes ocorridos em uma década. “Torna-se óbvio que qualquer alteração nesses estados, pelo seu peso, terá visível repercussão nas taxas nacionais”, diagnostica o documento.
Com os resultados dos três estados e uma freada nos casos de homicídio em Pernambuco, Espírito Santo, Rondônia e Acre e do crescimento nos casos no Maranhão, Alagoas e Piauí, os números gerais do Brasil permaneceram praticamente inalterados em 10 anos. Em 1997, foram 24,5 homicídios para cada 100 mil pessoas, enquanto em 2007 registrou-se 25,2 casos. Nas regiões metropolitanas e nas capitais houve uma queda considerável — 25% no primeiro caso e 19,8% no segundo. As explicações, de acordo com o relatório, foram a Campanha e o Estatuto do Desarmamento, que entraram em vigor no final de 2003.
Mas o documento trouxe uma preocupação que aumenta a cada dia: o crescimento dos homicídios entre jovens, Em 1980 eram 30 casos para cada 100 mil habitantes, crescendo para 50,1 crimes em 2007. “Assim, pode-se afirmar que a história recente da violência que resulta em homicídio, no Brasil, é a história do crescimento dessa violência entre jovens. Uma não terá solução sem a outra”, afirma Waiselfisz. O Mapa da Violência observa que, apesar haver uma estagnação na faixa etária entre 15 a 24 anos, existe uma forte tendência de elevação no futuro.
Guerras
O levantamento mostra ainda que as principais vítimas de homicídio no Brasil são os homens: 90% dos casos, mas o número de mulheres assassinadas também é grande. Em quatro anos — de 2001 a 2004 — cerca de 19,4 mil mulheres foram mortas. Houve ainda crescimento de vítimas negras, cujos índices aumentaram 21 % em relação a períodos anteriores. O relatório foi feito baseado em dados do Subsistema de Informações de Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde; do Sistema de Informação Estatística da Organização Mundial de Saúde.
De 1997 a 2007, vários crimes de grande repercussão marcaram o cotidiano brasileiro. Com isso, o número de mortes supera o total de vítimas das guerras da Chechênia, Guatemala e El Salvador. O Rio, apesar de apresentar índices satisfatórios de queda, registrou pelo menos 1.260 mortes em confrontos entre criminosos e policiais. No Complexo do Alemão, em junho de 2007, foram mortas 19 pessoas em 10 horas de tiroteio.
Alto e constante
Dados de uma pesquisa nacional realizada entre 1997 e 2007 no país mostram que Pernambuco foi o estado do Nordeste que apresentou menor crescimento de homicídios em 10 anos: as mortes violentas aumentaram uma média de 6,8% contra 53,3% da região. Mas ainda não existem motivos para comemorar, segundo o sociólogo Júlio Jacobo Waiselfisz, autor do estudo Mapa da Violência. De acordo com o pesquisador, o resultado mostra que, apesar de os índices não terem crescido como em outros estados, permaneceram altos e constantes. A análise revela que o estado passou uma década sem mudar a posição no ranking e ficou novamente na 3ª colocação de mais violento do país.
Júlio Jacobo pondera que os números devem servir de norte para elaboração de políticas públicas, não só por mostrar um panorama não dos estados, como de todas as regiões metropolitanas e municípios do interior. Ele compara índices, explicando que Alagoas e Maranhão ostentaram uma média de crescimento de 147,3% e 188,4% em dez anos, mas frisa que Pernambuco permaneceu sem mudanças substanciais. “As taxas de Pernambuco permaneceram constantes. Você observa, por exemplo, que Alagoas aumentou demais: o índice de homicídios por 100 mil habitantes era 24,1 em 1997 e pulou para 59,6, ou seja, mais que o dobro. Mas Pernambuco já era alto. Em 1997, a taxa por 100 mil habitantes era de 49,7, a maior do Nordeste”.
FONTE IMPARCIAL ON LINE
Exemplos  de crimes bárbaros em Pernambuco em 2010
Crime bárbaro é esclarecido e assassinos são presos


DHPP esclarece triplo homicídio e prende os acusados
Os assassinos foram presos menos de 24h. depois do crime
Foram apresentados na tarde desta segunda-feira, na Delegacia Regional de Polícia (Derepol), em Caruaru, os três homens acusados do triplo homicídio no município de Panelas, na madrugada de sábado (21). As investigações apontam José Marcelo da Silva, 44 anos, e os sobrinhos Wellington Quitério do Nascimento, 27 anos, e Antônio Magno do Nascimento, 26, como autores do crime.
Maria José da Soledade, 19 anos, conhecida como Marcinha; Jaqueline Luciana da Silva, 15; e a terceira vítima conhecida por “Besouro”, moravam em Quipapá. Elas foram estupradas e tiveram os corpos parcialmente carbonizados. As jovens estavam em um churrasquinho e foram arrastadas até o local do crime, uma estrada do Sítio Amolar.
O delegado Bruno Vital informou que os três são acusados de outros crimes em Quipapá. Segundo o delegado, eles teriam admitido relacionamento com uma das vítimas.
Ainda de acordo com a polícia, o triplo homicídio foi motivado por ciúmes e porque as jovens sabiam das atividades criminosas dos acusados. Eles foram encaminhados ao Presídio de Palmares.
Fonte: Portal de Rádio Liberdade
Polícia prende casal de assassinos que matou menor em Santa Cruz do Capibaribe

Em menos de seis horas depois que a polícia encontrou o corpo do menor Marcos Vinícius de Souza Truta “Tatu” de 14 anos, os acusados foram presos na cidade de Pesqueira. Policiais do Serviço de Inteligência da 3ª CIPM e uma equipe de policiais civis comandada pelo Delegado Dr. Márcio Cruz, titular de Santa Cruz do Capibaribe seguiu até Pesqueira onde conseguiu prender Guilherme Lúcio da Silva de 24 anos e sua companheira Elza Brito de Oliveira de 22 anos, os mesmos fugiram no dia seguinte após o crime, segundo Dr. Márcio Cruz, Guilherme matou o menor para poder tomar 20 pedras de crack. Nossa equipe conversou com o acusado e o mesmo confessou ter matado Tatu por conta das drogas, “Eu tava devendo duas pedras a ele, então chamei Tatu para ir até minha residência dizendo que iria comprar mais pedras, quando ele chegou ai eu mandei ele entrar e depois dei uma “gravata” nele e depois bati na cabeça dele com uma garrafa de vidro, em seguida enforquei ele com minha camisa” declarou o assassino. Elza companheira de Guilherme negou qualquer participação no crime “Eu fiquei o tempo todo dentro do quarto e ele matou esse rapaz”, afirmou Elza. Dr. Márcio declarou em uma entrevista exclusiva para nossa equipe que os dois são culpados, “Tanto o Guilherme, quanto Elza são culpados,
os dois mataram e ocultaram o cadáver do menor em baixo do estofado, fato que merece destaque é a frieza do casal, eles mataram o jovem e esconderam o corpo na noite da quarta-feira (01) e foram dormir como se não tivesse acontecido e na manhã da quinta-feira (02) fugiram para a caso do Guilherme em Pesqueira onde foram presos em menos de seis horas depois que o cadáver foi encontrado” concluiu o delegado. O casal será levado para o presídio ainda hoje.
Quem vive no interior de Pernambuco sabe que esses são apenas exemplos, pois, crimes assim são comuns; é só acessar o blog abaixo para perceber que a morte por aqui é "espetáculo".
FONTE http://patrulhadoagreste.blogspot.com/2010_08_15_archive.html
Fotos Bartôl Neves
Salmo 122: 6 - Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.
Devemos orar pela cidade que vivemos para que haja paz no lugar onde vivemos.